terça-feira, 21 de março de 2017

Painel debaterá racismo e intolerância religiosa na mídia


O Dia Internacional pela Eliminação da Discriminação Racial, no próximo dia 21 de março (terça-feira), será marcado pela realização do painel “Nas lentes da exclusão: Racismo e intolerância religiosa na mídia”, às 16 horas, no Teatro Vila Velha, em Salvador. O objetivo é discutir a presença negra na televisão, cinema, artes cênicas, mídia imprensa, digital e meios de comunicação em geral. A agenda integra as ações da Década Internacional Afrodescendente na Bahia e o calendário alusivo aos 10 anos de criação da Secretaria Estadual de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi).

A atividade contará com a presença de comunicadores da mídia negra, cineastas, militantes do movimento negro e de defesa da diversidade religiosa. Para a mesa de debate estão confirmadas as presenças da secretária da Sepromi, Fabya Reis; dos jornalistas Yuri Silva, do Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra (CDCN) e profissional de mídia impressa; André Santana, do Instituto Mídia Étnica e Portal Correio Nagô; Jamile Menezes, idealizadora do Portal Sotero Preta; Cleidiana Ramos, representando o projeto Flor de Dendê; além de Flávio Gonçalves, diretor geral do Instituto de Radiodifusão Educativa da Bahia (IRDEB). Durante o evento também serão discutidos caminhos para o combate aos crimes de racismo, ódio religioso e outras violações de direito no campo racial. O acesso é gratuito, com credenciamento no local e emissão de certificados aos participantes.

Sobre a data - O Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial foi criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em referência ao Massacre de Sharpeville. O fato ocorreu em 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, quando 20 mil pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais e limitações para sua circulação, uma medida notadamente discriminatória. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo sobre a multidão desarmada resultando em 69 mortos e 186 feridos. A data também marca a inclusão de Zumbi dos Palmares na galeria dos Heróis Nacionais, em 1997.

Serviço:
O quê: Painel “Nas lentes da exclusão: Racismo e intolerância religiosa na mídia”.
Quando: 21 de março de 2017 (terça-feira), às 16hs.
Onde: Teatro Vila Velha (Passeio Público/Campo Grande) - Salvador/BA.

Diretora e atriz Isa Trigo ministra oficina Pensamentos da Cena no Vila

A Diretora, professora e atriz,  Isa Trigo irá ministrar o primeiro módulo da Oficina Investigativa "Pensamentos da Cena"  que acontece às quartas-feiras de 29 de março a 10 de maio,  das 19h às 22h. A oficina prevê uma investigação sobre gêneros, períodos, movimentos, autores, técnicas, teorias e atuação nas artes cênicas ao longo dos tempos. O primeiro módulo denominado "A Máscara tá no Corpo".


Isa Trigo
Diretora, professora e atriz, mestra e doutora em Artes Cênicas pela Universidade Federal da Bahia (1998) PPGAC/UFBA, sua experiência gira em torno pensamento e da prática do treinamento e criação de máscaras teatrais e manifestações populares com máscaras. Suas pesquisas também tratam dos universos sonoros relacionados a essas manifestações e às máscaras. Com experiências de criação plástica e de treinamento de atores em máscaras faciais e meia-máscara, nos últimos dez anos vem se dedicando à cênica popular que utiliza máscaras, realizando oficinas, trabalhos e espetáculos, tanto na área do teatro formal (Vilavox, Grupo Estado Dramático, Prá Nós a Máscara e Grial de Dança), quanto na cênica dos mestres populares (Cavalos Marinhos em Recife, Nazaré da Mata e Aliança).

O módulo vai abordar a máscara, o teatro e a rua; o que são, como se entrelaçam; processos, regras e especificidades no ator e no brincante. O corpo como máscara e a voz como corpo estendido da Cultura. Estratégias de compreensão, utilização e ação com máscaras, a relação com a multisenssorialidade popular, a questão dos estados psicofísicos; exercícios propiciadores. A Etnocenologia (Armindo Bião, Jean Marie Pradier), a voz (Paul Zunthor, Sara Lopes) e sua relação com as manifestações populares e teatrais nossas, o invisível da cultura e sua relação com nossas múltiplas cenas.

Inscreva-se até 27/03 em: https://www.sympla.com.br/oficinas-investigativas--pensamentos-da-cena__116257
Ou pessoalmente no Teatro Vila Velha de terça à sexta das 15 às 18h.

sexta-feira, 17 de março de 2017

Oficina Investigativa de Dramaturgia será ministrada pelo diretor Celso Jr.


O primeiro módulo da Oficina Investigativa de Dramaturgia (27 de março a 15 de maio) denominado "Caminhos do século XXI" será ministrado pelo ator e diretor Celso Jr. às segundas-feiras, das 19h às 22h. Celso Jr. é Ator e diretor com mais de 70 espetáculos teatrais realizados, é professor do Núcleo de Teatro da Universidade Federal de Sergipe. Doutor em Artes Cênicas pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas – UFBA (2013). Bacharel em Artes Cênicas (Direção Teatral) pela Escola de Teatro da UFBA, (1994). Mestre em Letras, (Teorias e crítica da literatura e da Cultura) UFBA, (2005).
A proposta deste primeiro módulo da Oficina Investigativa de Dramaturgia, é criar um ambiente criativo teórico/prático, onde se possa conhecer e experimentar na prática (através de exercícios de corpo/voz/interpretação) os textos fundamentais escritos para o palco, desde a metade do século 20, até os dias atuais. Estudo de peças teatrais modernas e contemporâneas, usando categorias clássicas de análise: intriga, personagens e linguagem. Tomando como base algumas das peças mais representativas do século 20 e início do 21, os alunos/atores poderão experimentar a criação de cenas e fragmentos em solos, duplas e grupos, a partir de textos escritos por Eugène Ionesco, Samuel Beckett, Heiner Müller, Caryl Churchill, Sarah Kane, Mark Ravenhill, entre outros, buscando entender de que modo o teatro contemporâneo vem representando o mundo atual.

Saiba mais e inscreva-se online em: https://www.sympla.com.br/oficinas-investigativas--dramaturgia__116242
Ou pessoalmente no Teatro Vila Velha de terça à sexta das 15 às 18h.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Bando de Teatro Olodum volta aos palcos com “Erê”, espetáculo que marca os 25 anos do grupo


“Dizem que quando um velho morre, uma biblioteca se perde. E quando um jovem é morto, precocemente, quem se importa com esse caderno ainda sem escrita?”, essa é uma das questões levantadas de forma contundente pelo espetáculo Erê, que encerrou o ano das comemorações pelos 25 anos de criação do Bando de Teatro Olodum. A peça tem concepção geral de Lázaro Ramos, direção de Fernanda Júlia e Zebrinha e dramaturgia de Daniel Arcades (Exú, a Boca do Universo e Revelo). Com 20 atores em cena, reunindo os veteranos atores da companhia a novos artistas que foram integrados ao grupo, Erê conta ainda com direção musical de Jarbas Bittencourt e coreografia de Zebrinha.
A montagem é inspirada no espetáculo Erê pra toda a vida/Xirê, criado pelo próprio Bando de Teatro Olodum, sob direção de Márcio Meirelles, para participação no Festival Carlton Dance, em 1996, com apresentações no Rio de Janeiro e São Paulo, e uma turnê por Londres, sem nunca ter sido apresentada em Salvador.
Chacinas - A nova montagem é mais política e questionadora, e traz à tona as diversas chacinas que tiveram como alvos jovens e crianças negras, como a da Candelária (RJ), Cabula (SSA), Vigário Geral (RJ), Favela Naval (Diadema-SP) e Acari (RJ) tragédias que se abateram sobre a população negra do Brasil, muitas delas impunemente. Foi o caso da favela Nova Brasília, no Complexo do Alemão-RJ, quando 13 pessoas foram mortas em uma única ação policial, em 1994, e outras 13, seis meses depois, e até hoje, nenhum culpado foi punido. Injustiças que já levaram o Brasil a ser denunciado em órgãos internacionais como a Organização dos Estados Americanos (OEA) e a Organização das Nações Unidas (ONU).
“Os anos se passaram e essas chacinas continuam e o teatro negro segue fazendo a denúncia. Só que neste espetáculo estamos mais exigentes, estamos apontando possibilidades, colocando o poder público no lugar que deveria estar e dizendo que não dá mais para continuar matando negro neste país. São meninos morrendo erês, sem se tornarem mais velhos”, destaca Fernanda Júlia, que somará sua experiência à frente do Núcleo de NATA (Núcleo Afro-Brasileiro de Teatro de Alagoinhas), fundado em 1998, ao talento do elenco e diretores do Bando de Teatro Olodum, criado oito anos antes do grupo de Alagoinhas.
“O Bando influenciou o NATA e agora o NATA retoma para dialogar com o Bando com tudo que recebeu de influência”, ressalta Daniel Arcades, outro integrante do NATA incorporado ao processo de montagem de Erê. É ele que está tendo a responsabilidade de transformar em cenas os discursos problematizados pelo Bando. “Lázaro Ramos tem sido o provocador, que dá o caminho político e eu estou construindo as situações, as cenas, experimentando as palavras na boca dos atores. A parceria tem sido fantástica”, elogia.


Concepção Cênica: Lázaro Ramos

Texto: Daniel Arcades

Direção: Fernanda Júlia / Zebrinha
Assistente de direção: Antônio Marcelo
Direção Musical: Jarbas Bittencourt
Arranjos: Jarbas Bittencourt / Cell Dantas / Daniel Vieira ( Nine) / Maurício Lourenço
Coreografia: Zebrinha
Assistente de Coreografia: Arismar Adoté Junior.
Figurino: Thiago Romero
Cenário: Zebrinha
Iluminação: Rivaldo Rio \ Marco Dedê
Fotografia: Andrea Magnoni
Produção: Bando Produções Artísticas
Coordenação de Produção: Valdineia Soriano
Equipe de Produção: Cassia Valle\ Fábio Santana\ Jorge Washington\ Ridson Reis\
Elenco: Cássia Valle – Deyse Ramos – Elane Nascimento ––– Gabriel Nascimento - Gerimias Mendes – Jamile Alves – Jorge Washington – Leno Sacramento Lucas Leto – Merry Batista – Naira da Hora - Renan Mota - Ridson Reis - Sergio Laurentino - Shirlei Sanjeva – Valdineia Soriano – Vinicius Carmezim
Ator Convidado: Rui Manthur
Músicos: Cell Dantas – Daniel Vieira ( Nine) – Maurício Lourenço

Serviço:
Datas: 24 e 25/03 (20h) e 26/03 (19h)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Classificação etária: 14 anos

 Local: Palco Principal do Teatro Vila Velha, Av 7 de Setembro, s/n, Passeio Público, Campo Grande, Salvador

quarta-feira, 15 de março de 2017

Teatro Vila Velha prorroga inscrições para oficinas de formação


Oficina Preparatória para a universidade LIVRE inscreve até 22 de março, já as Oficinas Livres e Oficinas Investigativas inscrevem até próximo dia 27, presencialmente ou através do site www.teatrovilavelha.com.br


O Teatro Vila Velha prorroga em uma semana as inscrições para oficinas de formação. Os interessados em participar da Oficina Preparatória para a universidade LIVRE do teatro vila velha, programa diário de formação de atores, podem inscrever-se até 22 de março para participar da oficina de seleção que acontece nos dias 23, 24 e 25/03. Já os interessados nas Oficinas Livres ou nas Oficinas Investigativas podem realizar inscrições até 27 de março. As matrículas podem ser feitas através do site www.teatrovilavelha.com.br ou presencialmente no Teatro Vila Velha, de terça a sexta, das 15h às 18h.

A Oficina Preparatória para a universidade LIVRE vai introduzir durante dez meses conhecimentos nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação, com o objetivo de preparar os integrantes para o ingresso na universidade LIVRE do teatro vila velha em 2018. Ao longo deste período, em encontros de segunda a sábado, de 9h às 13h, os participantes terão contato com cerca de 27 colaboradores e realizarão quatro experimentos cênicos no palco do Vila, dirigidos por Chica Carelli, Celso Jr. e Hayaldo Copque. A supervisão da Oficina Preparatória é do encenador Marcio Meirelles. Criada em 2013, a LIVRE foi responsável pela realização de 18 produções teatrais próprias, algumas delas apresentadas em festivais internacionais, como o Festival de Curitiba (peça Espelho para Cegos), Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (Por que Hécuba), Festival Santista de Teatro (A História dos Ursos Pandas), além da 3a Bienal da Bahia (Jango: Uma Tragedya).

Outra novidade são as Oficinas Investigativas, que buscam abordar diferentes elementos das artes cênicas a partir do contato com profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação, que compartilham teorias, experiências, técnicas e abordagens. Uma vez por semana, durante dois meses, os participantes podem investigar os grandes temas "movimento físico", com a coreógrafa Lia Robatto; "dramaturgia", com o ator e diretor Celso Jr.; "modos de atuação", com o ator Rafael Medrado; e "pensamentos da cena", com a atriz e diretora Isa Trigo.

Mais uma edição das Oficinas Livres também acontece a partir de março, trazendo de volta algumas das oficinas que tiveram sucesso nas Oficinas Vila Verão, no último mês de janeiro. Desta vez com duração de três meses, acontecem as oficinas de "Canto", com Marcelo Jardim; "Dança Afro-Brasileira", com Nildinha Fonseca; "O Corpo e a Cena", com Bertho Filho; e duas turmas de "Teatro para Iniciantes", com Zeca de Abreu (para jovens a partir de 16 anos e adultos) e Ella e Iana Nascimento (para crianças de 10 a 13 anos). Para mais informações e para realizar inscrições online, o público pode acessar o site www.teatrovilavelha.com.br.

OFICINAS DE FORMAÇÃO

Inscrições de terça a sexta, das 15h às 18h, no Teatro Vila Velha ou pelo site www.teatrovilavelha.com.br

Oficina Preparatória para a universidade LIVRE
Inscrições até 22/03
Oficina de Seleção: 23, 24 e 25/03, das 9h às 13h
10 meses
4 experimentos
27 colaboradores nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação

Oficinas Investigativas
Inscrições até 27/03
Duração: 2 meses
Movimento Físico, com Lia Robatto
Dramaturgia do Séc. XXI, com Celso Jr.
Modos de Atuação, com Rafael Medrado
Pensamentos da Cena, com Isa Trigo

Oficinas Livres
Inscrições até 27/03
Duração: 3 meses
Teatro para Iniciantes, com Zeca de Abreu, Ella e Iana Nascimento
Dança Afro, com Nildinha Fonseca
O Corpo e a Cena, com Bertho Filho
Canto, com Marcelo Jardim

Vila recebe "Corpo Carga Calma Alma", resultado de residência com o coreógrafo alemão Ben J. Riepe

Nesta sexta-feira, 17 de março, às 20 horas, o palco principal do Teatro Vila Velha recebe a mostra de dança Corpo Carga Calma Alma, resultado de residência artística conduzida por Ben J. Riepe com oito dançarinos locais. A experiência abre a 11ª edição do Vivadança Festival Internacional.

Residente da Vila Sul do Goethe-Institut Salvador-Bahia, o coreógrafo alemão Ben J. Riepe, em Salvador, tem se atentado ao corpo que se faz tão presente na rotina, tendo observado esta evidência especialmente em manifestações do carnaval e do candomblé. O olhar se volta à carga do corpo, à estática da existência do corpo, ao seu erotismo, conteúdo e identidades diferentes. “Meu interesse é sempre o potencial dialético do corpo: entre o corpo ser de um jeito e o próprio sujeito. Porque a gente tem um corpo e é um corpo”, explica ele.

terça-feira, 14 de março de 2017

Lia Robatto ministra primeiro módulo da Oficina Investigativa "Movimento Físico"



A Oficina Investigativa “Movimento Físico” terá como primeiro módulo (de 23 de março a 11 de maio) “Criatividade Corporal” que será ministrado pela coreógrafa Lia Robatto. Lia exerceu durante 20 anos a função de bailarina, foi professora nas Escolas de Dança e de Teatro da UFBA (1957 à 1981) lecionando disciplinas criativas e de expressão corporal. Fundou as Escolas de Iniciação Artística (1965), de Dança da Fundação Cultural do Estado da Bahia (1984). Foi diretora artística e coreógrafa do Balé Teatro Castro Alves (1983 e 1984). Sua produção coreográfica é destacada na investigação criativa com mais de 40 espetáculos de dança contemporânea de sua autoria, para seu grupo e outras companhias.

A intenção do módulo é propiciar um ambiente de desafio e inquietação investigativa, onde aconteçam momentos ricos de trocas das mais distintas maneiras de elaboração de novas propostas cênicas através da corporeidade dos participantes, a ser trabalhada na construção de uma breve encenação ou de um esboço coreográfico.

Mais informações: https://www.sympla.com.br/teatrovilavelha

segunda-feira, 13 de março de 2017

Ator Rafael Medrado ministra primeiro módulo da Oficina Investigativa "Modos de Atuação"

A Oficina Investigativa “Modos de Atuação” que tem seu primeiro módulo, de 21 de março à 9 de maio, será ministrada pelo ator Rafael Medrado. Este módulo propõe a investigação das ferramentas e elementos que compõem a prática de atuação do ator contemporâneo a partir da reflexão sobre temas contemporâneos como a crise da narrativa, a performatividade e a decomposição do personagem.
"A narrativa contemporânea e a noção de performatividade convida o ator a reunir ferramentas e materiais presentes em tradicionais modos de interpretação, que por serem de naturezas diferentes necessitam, por sua vez, de transições e operações conscientes. A ideia central foi resgatar o processo de construção da sedução do espontaneísmo, estímulo necessário e imprescindível em outros lugares de criação cênica” explica Medrado.
Rafael compõe a ATeliê voadOR COMPANHIA DE TEATRO sob comando do diretor Djalma Thurller. Participou de montagens teatrais como: Drácula por Márcio Meirelles; o musical As Aventuras do Maluco Beleza pelo Núcleo de Teatro do TCA; “Os Javalis” com Emiliano Dávila; o musical Os Cafajestes e Camila Baker ambos com direção de Fernando Guerreiro e As Mulheres de Jorge – O Amado ambas por Sônia Britto. Foi premiado como melhor ator no 10º Festival Iberoamericano de Teatro de Mar Del Plata – Argentina. No cinema, Rafael protagonizou o longa A Finada Mãe da Madame, de Bernard Attal. Na TV, atuou em VanBora! sob direção de Marcus Alvisi (TV Brasil), Manual de Sobrevivência com direção de Fábio Vaz (TV Bahia) e compõe a equipe de O Gongo – Núcleo de Produção Audiovisual.
Saiba mais sobre a oficina e inscreva-se através do: https://www.sympla.com.br/teatrovilavelha

quarta-feira, 8 de março de 2017

ÚLTIMOS DIAS: Inscreva-se nas oficinas de formação do Teatro Vila Velha

Universidade LIVRE em um dos experimentos cênicos. Foto: Marcio Meirelles

Estamos chegando aos últimos dias de inscrições para os projetos de formação do Teatro Vila Velha. Se ainda não garantiu a sua vaga, inscreva-se online através do site www.sympla.com.br/teatrovilavelha ou presencialmente no próprio teatro, de terça a sexta, das 15h às 18h. 

Em 2017, o Vila aposta em diferentes formatos e conteúdos para aqueles que desejam aprofundar-se no campo das artes cênicas. Além de criar a Oficina Preparatória para a universidade LIVRE do teatro vila velha, programa diário de formação artística que funciona desde 2013, o Vila convida quatro reconhecidos profissionais e lança as Oficinas Investigativas, onde estes compartilham seus métodos de trabalho e se debruçam durante dois meses sobre diferentes temáticas. Há ainda uma nova edição das Oficinas Livres, com caráter introdutório nas áreas de dança, canto e teatro.

A Oficina Preparatória para a universidade LIVRE vai introduzir durante dez meses conhecimentos nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação, com o objetivo de preparar os integrantes para o ingresso na universidade LIVRE do teatro vila velha em 2018. Ao longo deste período, em encontros de segunda a sábado, de 9h às 13h, os participantes terão contato com cerca de 27 colaboradores e realizarão quatro experimentos cênicos no palco do Vila, dirigidos por Chica Carelli, Celso Jr. e Hayaldo Copque. A supervisão da Oficina Preparatória é do encenador Marcio Meirelles e os interessados devem participar de uma oficina de seleção nos dias 16, 17 e 18 de março, das 9h às 13h.

Outra novidade são as Oficinas Investigativas, que buscam abordar diferentes elementos das artes cênicas a partir do contato com profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação, que compartilham teorias, experiências, técnicas e abordagens. Uma vez por semana, durante dois meses, os participantes podem investigar os grandes temas "movimento físico", com a coreógrafa Lia Robatto; "dramaturgia", com o ator e diretor Celso Jr.; "modos de atuação", com o ator Rafael Medrado; e "pensamentos da cena", com a atriz e diretora Isa Trigo.

Mais uma edição das Oficinas Livres também acontece a partir de março, trazendo de volta algumas das oficinas que tiveram sucesso nas Oficinas Vila Verão, no último mês de janeiro. Desta vez com duração de três meses, acontecem as oficinas de "Canto", com Marcelo Jardim; "Dança Afro-Brasileira", com Nildinha Fonseca; "O Corpo e a Cena", com Bertho Filho; e duas turmas de "Teatro para Iniciantes", com Zeca de Abreu (para jovens a partir de 16 anos e adultos) e Ella e Iana Nascimento (para crianças de 10 a 13 anos). 


OFICINAS INVESTIGATIVAS
Movimento Físico, com Lia Robatto
Dramaturgia do Séc. XXI, com Celso Jr.
Modos de Atuação, com Rafael Medrado
Pensamentos da Cena, com Isa Trigo

OFICINAS LIVRES
Teatro para Iniciantes, com Zeca de Abreu, Ella e Iana Nascimento
Dança Afro, com Nildinha Fonseca
O Corpo e a Cena, com Bertho Filho
Canto, com Marcelo Jardim

OFICINA PREPARATÓRIA PARA A UNIVERSIDADE LIVRE
10 meses
4 experimentos
27 colaboradores nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação 


Para mais informações e para realizar inscrições online, o público pode acessar o site www.sympla.com.br/teatrovilavelha.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

Adrian e a descoberta da dança no Vila

Adrian no palco do Vila, na Mostra da Oficina de Dança para Crianças / Núcleo Viladança (2013)

Nos últimos dias, uma notícia chamou a atenção nas redes sociais. O jovem bailarino baiano Adrian de Jesus Barreto, de 11 anos, começava as aulas na Escola Bolshoi do Brasil, em Joinville (SC), após uma agitada campanha na internet que ajudou a financiar passagens aéreas, dois meses de aluguel e alimentação para o início da jornada. O que nem todos sabem é que foi no Teatro Vila Velha que, há 4 anos, Adrian deus os primeiros passos na dança.

A chegada de Adrian no Via aconteceu em 2013, aos 7 anos. Ele vinha todas as terças e quintas, ao lado da mãe, para acompanhar a irmã, que fazia a Oficina de Dança para Crianças realizada pelo Núcleo Viladança. Menino de sorriso grande, daqueles que ficam na memória, e sonhos ainda maiores, que logo logo começariam a se concretizar.

"Adrian ficava na porta da sala de ensaio, assistindo as aulas, até o dia em que ele me chamou e falou 'tio, eu quero fazer a aula, você deixa?'. Era o primeiro menino a se interessar em fazer a oficina desde quando eu comecei a coordenar as oficinas do Viladança, e nós não tivemos como dizer não!", relatou o produtor cultural Bergson Nunes, que acompanhava as oficinas no Vila. 

"Lembro que abrimos uma exceção para Adrian pois as vagas das oficinas do Núcleo Viladança, naquele semestre já tinham sido preenchidas. Ele seria o único menino da turma mas mesmo assim isso não o intimidou, pelo contrário, parecia que era apenas um dos desafios que ele enfrentava com muita alegria e talento. Na nossa mostra final no Teatro Vila Velha, sua primeira apresentação isso ficou evidente, comenta Cristina Castro, diretora do Núcleo Viladança e idealizadora do projeto de formação.

Adrian e turma momentos antes da Mostra
 
Na seleção para a Escola do Teatro Bolshoi, uma das companhias mais antigas e prestigiadas do mundo, Adrian concorreu com 40 meninos na seletiva regional em Salvador, e com outros 2.500 jovens dançarinos na etapa nacional, em Joinville. Assim que soube do resultado, Adrian mandou mensagem para Bergson: "Tio Bergson, passei para estudar no Bolshoi. Eu ainda vou voltar a dançar no Teatro Vila Velha", contou Berg, que tem acompanhado cada novo passo dessa linda trajetória.

"As oficinas do Núcleo Viladança têm como objetivo proporcionar um primeiro contato da criança com o universo da dança. Preparamos o terreno para que as sementes possam nascer e seguir pelo caminho da arte", explica a coreógrafa Cristina Castro, que comemora mais uma semente que vê germinando.

O sonho de Adrian está apenas começando, e seu caminho no Bolshoi vai durar oito anos. Para colaborar com a trajetória desse pequeno bailarino, o público pode entrar em contato através do e-mail val.oj@hotmail.com ou do telefone (71) 98801-5970.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Samambaias decoram o foyer do Vila


Hoje o foyer do Teatro Vila Velha amanheceu diferente. Uma ação realizada pelo território de espaços da cena, da universidade LIVRE, capitaneada pela coreógrafa Cristina Castro e pelo cenógrafo Erick Saboya, trouxe mais verde para dentro do teatro. As samambaias chegaram ao Vila em novembro do ano passado para ambientação do lançamento do Prêmio Caymmi de Música, e foram doadas pela produção do evento.




segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Tropicália: Régua e Compasso reúne Harildo Déda, Marcio Meireles e Hebe Alves sobre o teatro na década de 60




Convidados falam sobre o teatro no período anterior ao Tropicalismo

Harildo Déda, Marcio Meireles e Hebe Alves, nomes consagrados do teatro baiano, se reunirão na próxima terça-feira, 14.02, às 17h, no Palacete das Artes, para a próxima edição da ação A Sopa de Maria, compondo a programação gratuita do projeto Tropicália: Régua e Compasso. O tema central deste encontro será o teatro na Bahia dos anos 60, quando a cidade vivia a efervescência cultural que antecedeu a cristalização do movimento tropicalista.

Harildo Déda é ator, diretor e professor aposentado da Ufba, com atuação em cerca de 70 peças e mais de 20 espetáculos como diretor. Na TV atuou em séries e novelas como O Pagador de Promessas, Dona Flor e seus Dois Maridos, Carga Pesada e Gabriela, onde fez o papel do Coronel Ribeirinho. Hebe Alves é encenadora e formadora de atores pela Escola de Teatro da Universidade Federal da BAHIA (ETUFBA), além de atuar no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da universidade. Marcio Meirelles, diretor teatral conhecido internacionalmente, fundador do grupo Avelãz y Avestruz (1976-1989), atuou como secretário da Cultura de Cultura dos estado da Bahia (2007-2010).

Além do bate-papo descontraído, A Sopa de Maria oferece para o público uma sopa, que já é marca registrada do evento, e que remete à famosa sopa servida na casa da atriz Maria Moniz, na década de 60, reunindo intelectuais e jovens artistas. Nessa época, Maria levava uma turma para cantar, conversar, recitar, namorar e sorver uma deliciosa sopa na varanda de sua casa, no Jardim Baiano, em Nazaré.

A ideia da ação é promover o encontro de jovens artistas, estudantes e pessoas interessadas em conhecer um pouco mais sobre a ambiência artística e cultural vivida pelos jovens pré tropicalistas, quando ainda transitavam pela cidade, em meados dos anos 60.

Exposição - Além das demais ações do projeto – Essa Noite se Improvisa e Uma Ideia na Cabeça -, o público confere, na Sala Contemporânea Mario Cravo Jr, a exposição com peças de artistas da música, da dança, e das artes visuais em evidência nos anos 60, como Lina Bo Bardi, Walter Smetak, Yanka Rudzka, Carybé, Juarez Paraíso, Lênio Braga, Jenner Augusto, Pierre Verger, além de fotos dos acervos de Lia e Silvio Robatto, recentemente doados ao Centro de Memória da Bahia.

O projeto é realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia (Funceb), em parceria com o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (IPAC) - ao qual pertence o Palacete das Artes -, e com a Fundação Pedro Calmon (FPC), entidades vinculadas à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA). A ação desta terça, 14.02, é desenvolvida pela Coordenação de Teatro /Dirart da Funceb.

O Tropicália: Régua e Compasso foi idealizado por Fernanda Tourinho, diretora da Funceb e a exposição montada no Palacete das Artes tem curadoria de Murilo Ribeiro, diretor do espaço administrado pelo IPAC.

Serviço:
Tropicália: Régua e Compasso
Local: Palacete das Artes – Rua da Graça, 289, Graça

Visitação da exposição: terça a sexta, das 13h às 19h, sábado, domingo e feriado, das 14h às 19h
Programação até março, às terças, quartas e quintas-feiras sempre a partir das 17h:
A Sopa de Maria: Terças-feiras, 14/02, 14 e 28/03
Uma Ideia na Cabeça: Quarta-feiras, até 30/03
Essa Noite se Improvisa: Quintas-feiras, 23 e 28/03
Seminário e lançamento de revista: Dias 29 e 30/02

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Jackson Costa apresenta "Sarau do Poeta" no Amostrão Vila Verão

Inspirado em obras de Jorge Amado, Caymmi, Gregório de Mattos e Castro Alves, espetáculo realiza apresentações em 10 e 17 de fevereiro, no Teatro Vila Velha

 

Nas próximas sextas-feiras, dias 10 e 17 de fevereiro, sempre às 20h, o Amostrão Vila Verão apresenta o "Sarau do Poeta", espetáculo protagonizado pelo ator Jackson Costa. Na montagem, a palavra conduz a música por inexploradas cadências e resgata a musicalidade e os versos da Bahia de Dorival Caymmi, Jorge Amado, Gregório de Mattos e Castro Alves.

O público descobre, junto com o artista, uma melodia que andava nas ladeiras e becos de uma Salvador que com o tempo foi viajando por outros diversos ritmos. É essa riqueza de sons que o Sarau traz junto com a palavra, através da poesia.

O Sarau do Poeta tem a ilustre presença de Joaquim Carvalho no violão e voz, Eddie Santana (Dinho) no violão e violino, Sidney Argolo na percussão, além de Jackson Costa no pandeiro, voz e poemas. Juntos, os artistas relembram canções e versos que trazem, na sua força, toda a beleza nordestina e brasileira.

Realizado há 14 anos pelo Teatro Vila Velha, o Amostrão Vila Verão agita a cena cultural baiana dando ao público soteropolitano e aos turistas na cidade alternativas à agenda de festas e ensaios pré-carnavalescos. Com programação de terça a domingo, até 17 de fevereiro, envolvendo teatro, música e dança, esta edição do projeto tem a produção da Carambola Produções.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Teatro Vila Velha abre inscrições para projetos de formação em artes cênicas


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Reconhecido como um dos mais relevantes espaços culturais do estado e do país, o Teatro Vila Velha sempre teve a formação artística como um dos principais focos de sua atuação, desde que foi fundado, em 1964. Em 2017, o Vila dá mais um passo nesse caminho através da criação de novos projetos formativos a partir da universidade LIVRE do teatro vila velha, programa de formação que sistematiza os conhecimentos e métodos de trabalho desenvolvidos ao longo do tempo. São lançadas a Oficina Preparatória para a Universidade LIVRE e as Oficinas Investigativas, além das já tradicionais Oficinas Livres.  As atividades têm início a partir de 20 de março de 2017 e as inscrições já podem ser feitas pelo site www.teatrovilavelha.com.br ou presencialmente de terça a sexta, das 15h às 18h, no próprio teatro.
A Oficina Preparatória para a universidade LIVRE vai introduzir durante dez meses conhecimentos nas áreas de leitura, interpretação, corpo, voz, além de técnica, gestão cultural e comunicação, com o objetivo de preparar os integrantes para o ingresso na universidade LIVRE do teatro vila velha em 2018. Ao longo deste período, em encontros de segunda a sábado, de 9h às 13h, os participantes terão contato com cerca de 27 colaboradores e realizarão 4 experimentos cênicos no palco do Vila, dirigidos por Chica Carelli, Celso Jr. e Hayaldo Copque. A supervisão da Oficina Preparatória é do encenador Marcio Meirelles e os interessados devem participar de uma oficina de seleção nos dias 16, 17 e 18 de março, das 9h às 13h.
Outra novidade são as Oficinas Investigativas, que buscam abordar diferentes elementos das artes cênicas a partir do contato com profissionais reconhecidos em suas áreas de atuação, que compartilham teorias, experiências, técnicas e abordagens. Uma vez por semana, durante dois meses, os participantes podem investigar os grandes temas "dramaturgia", "modos de atuação", "música cênica", "pensamentos da cena" e "movimento físico" a partir de recortes de cada colaborador. Entre os nomes confirmados, estão a coreógrafa Lia Robatto, o ator Rafael Medrado e o diretor Celso Jr.
Mais uma edição das Oficinas Livres também acontece a partir de março, trazendo de volta algumas das oficinas que tiveram sucesso nas Oficinas Vila Verão, no último mês de janeiro. Desta vez com duração de três meses, acontecem as oficinas de "Canto", com Marcelo Jardim; "Dança Afro-Brasileira", com Nildinha Fonseca; "O Corpo e a Cena", com Bertho Filho; e duas turmas de "Teatro para Iniciantes", com Zeca de Abreu (para jovens a partir de 16 anos e adultos) e Ella e Iana Nascimento (para crianças de 10 a 13 anos).
Para mais informações e para realizar inscrições online, o público pode acessar o site www.sympla.com.br/teatrovilavelha